CIDADES SOTERRADAS - I
A profissão de caravaneiro exigia obstinação, coragem, desempenho militar e grande conhecimento das trilhas nos desertos. Depois de 1453, data do controle dos turcos otomanos sobre a Rota da Seda, só persistiram na profissão os mais tradicionais. Todavia, ao desaparecerem não foram substituídos por outros à altura requerida pelo ofício. Porém a causa principal foi a diminuição dos lucros do negócio e o aumento do perigo. Então as caravanas compostas por milhares de camelos, reduziram-se a centenas. Quando, finalmente, os portugueses conseguiram circunavegar o continente africano, atingindo a Índia, a China ou Cathay, apenas repetiam o que há dois mil anos ou mais os fenícios haviam realizado a fim de atender ao Faraó Necáu. As novas embarcações, entre elas a nau e a caravela, ganharam o oceano, substituindo as caravanas da antiga Rota da Seda e das especiarias. Todavia, convém que tenhamos uma idéia de como as coisas se passavam ao tempo em que o meio de transporte de mercadorias era, exclusivamente, a caravana de camelos. Durante a travessia dos desertos da Ásia Central era tudo perigoso e difícil. Por isso, os caravaneiros não podiam desconhecer as distâncias exatas entre os oásis, os sintomas das doenças causadas pela rápida evaporação de líquidos corpóreos, os desfalecimentos pelo excesso de luminosidade e o calor. Precisavam estar atentos às violentas mudanças de temperatura entre o dia e a noite, às ventanias surgidas repentinamente e às temíveis tempestades de areia. Não podiam também desconhecer o fato de que a caravana não estava livre de ser soterrada sob um montão de areia, impossível de ser depois identificado, caso as providências para atenuar esse tipo de sinistro não fossem tomadas com presteza. Coisas dessa espécie haviam acontecido muitas vezes e suas temíveis conseqüências ficaram na memória coletiva e oralmente eram passadas de geração a geração. Por isso, a nenhum caravaneiro era dado ignorar que o deserto ocultava surpresas. Entre estas, muitas cidades soterradas. A maioria deles havia desaparecido da superfície há mais de mil anos, quando a riqueza da Rota era ostensiva; outras sucumbiram depois, em épocas recentes. Predominava entre os caravaneiros a crença de que os “demônios” do deserto divertiam-se cometendo tragédias pelo mero prazer em praticar o mal. Por isso desencadeavam vendavais e tempestades de areia. Então, todo aquele que se destinava a viajar através do deserto tinha que aprender a pressentir, com antecedência, os sintomas da formação dos vagalhões de vento e de areia. Pois eram esses fenômenos que constituíam o pior empecilho das travessias e a principal causa mortis das viagens. No passado a religião havia atribuído aos pecados das gentes tais fenômenos. E desde então os pecados foram responsabilizados pelo soterramento de oásis e entrepostos. Cidades inteiras dormiam silenciosas sob o mar de areia do Takla Makan, do Gobi, do Lob... Tesouros incalculáveis repousam para sempre nas profundezas da terra, inacessíveis, porém sabidos e não ignorados. A religião, atribuindo aos pecados do povo essas catástrofes, levava conformação à inquestionável perda de vidas nesses fatos. Segundo o muçulmano Mirza Haidar, historiador do século XVI, a cidade de Katak, próxima a Lobnor, achava-se debaixo das areias. Dela só escapara o muezim da mesquita1, graças a sua devoção. No fim da tarde, do alto do minarete 2 ele convidava os fiéis à oração, quando começou a chuva de areia. Em pouco tempo a cidade, com exceção da mesquita, desapareceu de sua vista e, de repente, tudo em torno sumiu. Ele fugiu e se salvou, mas os demais pereceram. Narrativas anteriores ao século XVI, quando o budismo foi religião predominante na Rota da Seda, contavam com precisão o soterramento de numerosas cidades. Referiam-se, também, à destruição de vários oásis. A tudo isso era atribuído o comportamento pecaminoso do povo que habitava aqueles lugares. Xuanzang 3, monge, explorador e peregrino budista do século VII, narra a história do desaparecimento da cidade de Ho-lo-lo-Kia, cujos habitantes deixaram de cumprir seus deveres religiosos. Segundo o monge, ao cair da noite começou a soprar um grande vento que permaneceu por vários dias. Então ao entardecer do sétimo dia começou a chover areia e terra. Rapidamente a cidade sumiu soterrada em seu túmulo de areia. De acordo com esses relatos, que antes de serem lendários são verídicos, pouco menos de quatrocentas cidades se encontravam sepultadas no Takla Makan. Em 1865, o arqueólogo William Johnson precisou apurar uma suposta agressão chinesa a um funcionário do Império Britânico na Índia. Chegou ao mítico deserto indiano na condição de primeiro europeu a pisar seu solo.
Escrito por Nilson Patriota às 09h09
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CIDADES SOTERRADAS - I (continuação)
No ano anterior, 1864, Mohamed-i-Hameed, o tal funcionário da Coroa Britânica agredido foi enviado ao Takla Makan para ali obter certas provas arqueológicas para um estudo. Atingido por vicissitudes, acabou desistindo. Doente e depauperado regressou, mas faleceu diante da porta da cidade em que morava sem nada esclarecer. Segundo os habitantes da região, há um responsável direto pelas tempestades de areia: o vento conhecido pelo nome de “kara-buran” – “buraco negro”. Em seu livro Tesouros Chineses Enterrados no Turquestão – 1928 – Albert von Le Coq descreve o pesadelo de ter sido surpreendido por um “buraco negro”: “Subitamente o céu escureceu... Um momento depois estalou a tormenta com espantosa violência sobre a caravana. Enormes massas de areia e pedras se elevaram formando redemoinhos e envolvendo homens e camelos; a escuridão aumentou e o estranho fragor das colisões mesclou com rugidos e uivos a tormenta... Tudo em volta se tornou um inferno às escâncaras...” Adiante ele aconselha: “Qualquer viajante surpreendido por semelhante tempestade deve, apesar do calor, envolver-se com filtros para evitar ser ferido pelas pedras que voam com fúria ao seu redor”. O sueco Sven Hedin chegou a explorar uma parte do Takla Makan (1899-1900). Depois de viajar por vinte dias, alcançou o oásis de Cherchen no caminho meridional da Rota da Seda. Dali avançou para o nordeste, penetrando no deserto de Lob, extremo oriental do Takla Makan. Ao cabo de outros vinte dias encerrou seus trabalhos, empreendendo então a travessia dos terríveis desfiladeiros que levam ao Tibet. Havia perdido um de seus homens, dez cavalos, três camelos. Um outro homem, com os pés congelados, teve de ser amputado. Em 1274, Marco Polo atravessou o deserto de Lob. Sobre o mesmo declara: “O deserto está infestado de demônios”. Já naquela época havia cidades soterradas há mais de mil anos nas areias de Lob.
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1) – Muezim, religioso muçulmano que se encarrega de convidar os fiéis às orações.
2) – Minarete, torre de mesquita.
3) – Xuanzang (596-649, monge e peregrino budista. No século XVI sua vida
e sua obra foram utilizadas como argumento de importante livro da literatura
chinesa, Viagem ao Oeste, as aventuras do Rei Mono, de autoria de Wu Cheng-en.
4) – Buried Tresures of Chines Turkestan
5) – Em 1272, partiram de Veneza em busca de Cathay, Nicolo, Maffeo e Marco Polo, através da Ásia Central, onde conheceram e serviram ao Império Mongol na época de Kublay Cã. O regresso dos venezianos à terra natal se deu em 1295. Dessa experiência Marco Polo deixou completo registro no Livro de Marco Polo.
Escrito por Nilson Patriota às 09h07
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VERDADES, LENDAS E MITOS.
Por infindáveis séculos os ocidentais tiveram Cathay no pensamento. Que era Cathay? Um esplêndido tesouro de riquezas! O Eldorado pelo qual a ambição e a aventura humanas pelejavam. Cathay foi o nome dado pelos ocidentais da Idade Média e do Renascimento às terras das especiarias do remoto Oriente. Contudo, havia entre a sofreguidão da cobiça e a realização do desejo um empecilho. Cathay situava-se numa distância inacessível para os meios da época. Não podia ser alcançada sem tempo, ousadia, coragem e sacrifícios. E a conquista teria que ser a pé ou em montaria, porque era impossível pensar em navios capazes de vencer oceanos como o Atlântico e o Índico. Além do mais havia o fato de ser terra de infiéis. Gente cuja religião não era o Cristianismo, detentora de outros costumes, hábitos e cultura. E embora fosse assim, era dali que provinham caravanas e mais caravanas de luxo e de riqueza. Caravanas constituídas de mais de 1.000 mercadores que se moviam através das areias dos imensos desertos ao passo judicioso dos camelos. No decorrer de um ano de parada e avanços, as caravanas conseguiam chegar ao Ocidente. E quando chegavam ao entreposto de Ceuta, no Mediterrâneo, ou ao grande mercado distribuidor de Bizâncio, haviam percorrido pelo menos 2.500 léguas, ou seja, 15.000 km. Era esta a distância que separava Xang’an, a atual Xiam, na China, dos grandes compradores de Bizâncio, Ceuta, Gênova e Veneza. À margem de rota tão extensa ficavam as cidades e principados construídos à sombra dos oásis de suaves palmeiras verdejantes. Ali também ficavam os santuários e mosteiros budistas decorados com imensas estátuas de deuses e deusas originários do Bramanismo. E embora um exército árabe, vindo do Irã, haja invadido a Índia no séc. VIII, transformando o Sind (sul do Paquistão) numa província do califado, e nos séculos XI e XII outros príncipes muçulmanos do Afeganistão hajam derrubado os reinos hindus do Ganges, substituindo-os por um estado islâmico, o sultanato de Délhi, o Islã não foi prejudicial à rota das caravanas. Depois vieram para a Índia os monguls da Ásia Central e imprimiram para sempre sua cultura. Mas enquanto a História acontecia, as caravanas venciam os caminhos, indiferentes às mudanças políticas, religiosas, e às vorazes areias de desertos semelhantes ao de Gobi, ao de Takla Makan, na Ásia Central, ao do Saara e do Kalahari, nos trópicos africanos. Sobrecarregadas de açúcar, porcelana, seda, canela, pimenta e noz-moscada, além de muitas outras especiarias, as caravanas deram início ao tráfico internacional no final do primeiro século antes de Cristo. Ao rumar para o Oeste, aos poucos foram vencendo a distâncias que separavam a China, a Ásia Central, a Índia, das terras do Ocidente. Enquanto efetuavam a troca de produtos os mercadores orientais desbravavam regiões jamais visitadas. Algumas religiões gozaram de primazia e de forte influência nessa rota. Umas panteístas, como o hinduísmo, outras monoteístas, como o islamismo, ou até mesmo atéias, como o budismo. As regiões palmilhadas abrangiam latitudes e climas de estepes, desertos, planaltos e montanhas. Os homens a serviço do comércio internacional informavam e recolhiam informações geográficas, econômicas, financeiras, diplomáticas e militares. Os contatos aconteciam com povos primitivos, nômades e bárbaros, ocupantes das desoladas e rarefeitas regiões da Ásia Central, mas também com a gente civilizada do burburinho das cidades da Índia e da Pérsia. A Eurásia, a África do Norte e a Europa Oriental passaram a receber e a participar regularmente das caravanas. Todos os anos os entrepostos espalhados ao longo da Rota da Seda renovavam seus estoques com a aquisição de novos produtos. O tráfico das caravanas manteve-se contínuo do segundo século antes de Cristo até meados do séc. XV d.C. Em 1453, quando da tomada de Constantinopla pelos turcos otomanos, o Sultão Maomé II, jovem de 20 anos, deixou claro sua preocupação em levar adiante a expansão do Islã e o desenvolvimento do comércio.
Com a interrupção no tráfego regular do Oriente com o Ocidente, o ritmo das caravanas tendeu a amainar. Mesmo assim continuou adotando alternativas, até que se esvaziou porque a marcha através de milhares de quilômetros de caminhos mutantes significava obstáculos e dificuldades. Por vezes as caravanas, desde então sem apoio dos reinos e principados do Ocidente, tornaram-se vítimas de assaltantes. Brandindo suas cimitarras os bandidos investiam contra os caravaneiros e se apossavam de suas mercadorias e riquezas. Os viajantes tanto podiam ser transformados em escravos, vendidos a quem os desejasse comprar, como em meros cadáveres deixados aos abutres.
Escrito por Nilson Patriota às 08h46
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DE VOLTA AO TEMA FENÍCIO
Sabemos que a o professor Cyro Gordon, tradutor da inscrição fenícia de Pouso Alto, indicou o ano de 532 a.C. para a viagem dos cananeus sidônios ao Ocidente, tendo em vista que a mesma aconteceu no reinado de Hiram III, o rei Mercador. Esse reinado, que foi de vinte anos, teve inicio em 553 a.C. e terminou em 533 a.C. Tal viagem, que hoje nos parece excepcional, não passou de mais uma aventura marítima realizada por marinheiros afeitos a grandes travessias. Marujos que possuíam barcos de alta maneabilidade, porquanto fabricados a capricho para o périplo africano, ordenado pelo faraó Necau I, séc. VII a.C. que estava interessado na aquisição de ouro em pó, marfim e púrpura. O périplo em torno do continente africano, por si só já explica a destreza dos navegantes fenícios daquela época. E já foi executado de forma oposta à que até então vinha sendo utilizada para a navegação de cabotagem. Tudo indica que os cartagineses que também se deslocavam através do Mar do Norte, aonde iam às ilhas do estanho, já conheciam tecnologia capaz de possibilitar a navegação baseada nos astros. Qualquer um que haja estudado o regime de ventos e correntes de ambos os lados da linha equinocial sabe que a separação do navio cananeu dos demais com que viajava não significa um fato excepcional. Por que assim é o Atlântico dominado por ventos e correntes. Durante as viagens às Índias e ao Brasil, acontecimentos semelhantes repetiram-se. Citemos como exemplo, o desgarre e naufrágio da nau de Vasco de Ataíde, separada da esquadra cabralina quando ao longe deixava a ilha de São Nicolau, do Cabo Verde. Voltemos ao cerne da questão. Que foi feito, afinal, desse punhado de sidônios que em 532 a.C. aportou ao Brasil, deixando disso o registro (a inscrição em Pouso Alto?) Permaneceram na “ilha” ou intentaram o regresso ao Mediterrâneo, campo de suas vivências e atividades mercantis? Há uma fonte, salva por uma fonte grega do total aniquilamento de Cartago1pelos romanos, que se refere ao episódio em tela (ou a outro semelhante?). Por sinal, Gonzalo Fernández de Oviedo, 2 Cronistas das Índias, reporta-se a Frei Teófilo de Ferrara, o Cremonense, que invoca Aristóteles ( De admirandis in natura auditis) 2 e comenta que um barco conduzindo mercadores cartagineses teria penetrado no Estreito de Gibraltar e ganhara o Atlântico. Colhido por correntes e ventos em pleno oceano, terminara ancorando a uma “grande ilha” que jamais havia sido descoberta e não era habitada senão por bestas e feras. Por isso a dita ilha conservava-se inteiramente silvestre, coberta de grandes árvores e cortada por rios caudalosos e profundos, apropriados para a navegação. Fértil em toda a costa, nela abundava tudo o que era plantado e que, nascendo, crescia em grande uberdade. A ilha, além de remota, achava-se a muitos dias de viagem da terra firme da África, de onde os marinheiros haviam se afastado pelos ventos, quando a circunavegavam. Ao chegar os cartagineses a essa “grande ilha” se abismaram com a fertilidade e beleza da terra, a salubridade do ar, as grandes serranias.
Escrito por Nilson Patriota às 14h04
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DE VOLTA AO TEMA FENÍCIO (continuação)
Então começaram a povoá-la. Depois de algum acharam que deveriam regressar a casa a fim de informarem seus patrícios a respeito daquela terra fecunda e miraculosa. O que, no entanto contaram não foi do agrado dos moradores de Cartago nem do próprio Senado. Este mandou apregoar um édito anunciando a pena de morte para todo aquele que contasse maravilhas acerca da “grande lha” no Atlântico. Diante do que o édito apregoava a ninguém era dado o direito de voltar àquela terra nem a ela se referir. E que, os que lá estiveram fossem mortos se voltassem a falar a respeito a seu respeito. Temiam as autoridades que a gente fenícia embarcasse em massa em demanda da “ilha”, despovoando o país. Por outro lado procurava evitar que a dita ilha caísse em mãos de poderoso concorrente capaz de ameaçar a opulência de Cartago, sua própria autonomia e liberdade. Então a “grande ilha” foi esquecida. Resumindo: seja verdadeiro ou apócrifo o texto de Oviedo não perde seu valor informativo. Sabemos que o Atlântico sempre foi freqüentado por fenícios desde o primeiro milênio antes de Cristo. Há, porém, possibilidade de ter sido uma via natural de tráfico marítimo ao tempo dos Atlântes, ou seja, há 12 000 mil anos ou mais. No século IV a.C. Cartago ainda era a grande potência marítima do Mediterrâneo Ocidental, pelo que Aristóteles ou qualquer outro autor da época pode haver obtido informações de boa fonte que, através de autores como o Cremonense conseguiram chegar à atualidade. De certo modo a descrição feita pelos fenícios muito pouco difere da que fez Vaz de Caminha ao rei Dom Manoel em 1 500: “Andamos por aí vendo a ribeira, a qual é de muita água e muito boa” (...)”as águas são muitas, infindas”(...)”dar-se-á nela tudo, por bem das águas que tem”... 4
1)Cidade da África, fundada em 814 a.C. pelos fenícios, numa península próxima ao local onde hoje se acha a cidade de Túnis. Cartago tornou-se a capital de uma reública marítima muito poderosa, que substituiu Tiro no Ocidente, criou colônias na Sicília e Espanha, enviou navegadores ao Atlântico norte e sustentou guerras prolongadas contra Roma, sua rival, as chamadas guerras púnicas (264-146 a.C.) Tornada colônia romana (sé.I a.C.) tornou-se a capital da África Romana e depois também da África cristã. Tomada em 439 d.C. pelos vândalos e em 698 pelos árabes, entrou em decadência.
2)Gonzalo Fernádez de Oviedo; Historia general de las Indias, Livro Segundo, cap III.
3) Obra do geógrafo romano C. Julio Solino, sitada por Oviedo no cap IXVIII..
4) Trechos da carta de Pero Vaz de Caminha a Dom. Manoel de Portugal.
5) Carta de Pero Vaz de Caminha a Dom Manoel de Portugal.
Escrito por Nilson Patriota às 14h04
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